Você não escolheu ser um gestor de arquivos. Mas virou um.
"São 21h. A paciente manda mensagem pedindo o resultado do exame de março. Você abre o WhatsApp, rola conversas, procura no Drive, olha uma pasta antiga no computador. Vinte minutos depois, acha. E pensa: eu deveria estar descansando — ou com a próxima pessoa."
Essa cena se repete todos os dias em milhares de consultórios. Não porque falta competência clínica, mas porque a informação do paciente está espalhada em ferramentas que nunca foram feitas para conversar entre si.