Dado de saúde é dado sensível. Na Iatra, segurança e validade jurídica não são um extra: são a base do produto, desenhada segundo a LGPD e as resoluções do CFM.
Informação clínica trocada por WhatsApp ou guardada em planilha fica exposta e sem controle de quem viu o quê. Em saúde, isso é risco jurídico e risco para o paciente. Proteger esses dados precisa ser parte da ferramenta, não uma preocupação de cada profissional por conta própria.
A LGPD classifica dado de saúde como dado sensível, com regras mais rígidas de tratamento do que um dado comum. Isso significa que qualquer ferramenta usada para armazenar histórico clínico, exame ou prescrição precisa de base legal para tratar a informação, controle documentado de quem acessa e capacidade de responder a pedidos do paciente sobre os próprios dados. Um caderno de anotações, uma pasta compartilhada ou um grupo de WhatsApp não oferecem nada disso.
Do ponto de vista prático, o profissional que mistura ferramentas pessoais com dado clínico assume um risco que raramente é visível no dia a dia, mas que aparece justamente quando algo dá errado: um vazamento, um dispositivo perdido ou uma solicitação formal do paciente sobre seus dados.
Na prática, isso se traduz em camadas: os dados trafegam e ficam armazenados de forma criptografada; cada ação relevante sobre o prontuário fica registrada em log, permitindo reconstruir quem acessou determinada informação e quando; e o acesso de cada usuário é limitado ao perfil que ele exerce, seja profissional, recepção ou administrador da clínica. Documentos com validade jurídica, como receitas e laudos, seguem o padrão de assinatura digital ICP-Brasil, o que garante autenticidade verificável e não apenas aparência de documento oficial.
O desenvolvimento segue a Resolução CFM nº 2.314/2022 e a LGPD (Lei nº 13.709/2018). O tratamento de dados de quem entra na lista está descrito na Política de Privacidade.
A Iatra é desenvolvida em conformidade com a LGPD (Lei nº 13.709/2018) e com a Resolução CFM nº 2.314/2022, tratando dados de saúde como dados sensíveis.
Com criptografia, controle de acessos e auditoria de logs, registrando quem acessou o quê e quando.
NGS2 é o Nível de Garantia de Segurança 2 do padrão ICP-Brasil, usado como referência arquitetural para proteger dados de saúde e documentos assinados digitalmente.
O tratamento de dados de quem entra na lista de acesso antecipado, incluindo pedidos relacionados aos direitos garantidos pela LGPD, está descrito na Política de Privacidade da Iatra.
Os dados são armazenados de forma criptografada, com controle de acesso restrito a quem tem autorização para tratar aquele paciente, seguindo os princípios de minimização e finalidade da LGPD.
Entre na lista de acesso antecipado. É gratuito, sem compromisso e sem cartão.
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