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Recurso

Telemedicina integrada ao prontuário

Atenda por vídeo e registre a consulta no mesmo lugar. Sem alternar entre um aplicativo de chamada e o prontuário, e sem perder o que foi dito no caminho.

O problema de atender com ferramentas separadas

Hoje é comum fazer a teleconsulta num aplicativo de vídeo e anotar tudo depois, de memória. Nesse intervalo, detalhe importante se perde, o registro acaba em outro sistema e o histórico do paciente não conversa com a consulta que acabou de acontecer.

Tem também o risco que passa despercebido: aplicativos de mensagem e videochamada genéricos não foram desenhados para dado de saúde. Quando a teleconsulta acontece por WhatsApp, Zoom pessoal ou ligação comum, informação clínica sensível trafega fora de qualquer controle de acesso, sem registro de quem participou e sem vínculo com o prontuário. Em caso de dúvida jurídica sobre o atendimento, não existe nada documentado além da lembrança de quem participou.

O resultado prático é retrabalho duplo: primeiro atender, depois lembrar e digitar tudo de novo. Em uma agenda cheia, essa segunda etapa é a primeira a ser deixada para depois — e é justamente aí que informação clínica relevante desaparece.

Como funciona na Iatra

O vídeo fica dentro da plataforma, ligado ao prontuário do paciente. Durante a consulta você enxerga exames e histórico na mesma tela. Ao terminar, a evolução, a prescrição e os documentos já ficam salvos no lugar certo, sem retrabalho.

Na prática, o fluxo tem três momentos. Antes da consulta, você já vê o motivo do atendimento, exames recentes e o resumo da última evolução, sem precisar procurar em outro lugar. Durante a chamada, o prontuário fica aberto ao lado do vídeo, então é possível registrar achados, ajustar a prescrição e consultar um exame antigo sem sair da tela. Depois de encerrar, a consulta já está documentada: não existe uma etapa separada de "passar a limpo" as anotações.

As modalidades seguem a Resolução CFM nº 2.314/2022: teleconsulta (síncrona, em tempo real), telediagnóstico (emissão de laudo a distância a partir de imagens ou exames) e telemonitoramento (acompanhamento continuado de dados e parâmetros de um paciente). A Iatra dá suporte estrutural a essas modalidades; a definição de quando usar cada uma continua sendo uma decisão clínica do profissional.

Para quem é a telemedicina da Iatra

A teleconsulta integrada ajuda especialidades diferentes de formas diferentes:

Telemedicina separada vs. telemedicina integrada

A diferença aparece no dia a dia do atendimento, não só na tecnologia por trás:

Perguntas frequentes

A telemedicina tem limite de uso?

Os planos não têm franquia por hora nem cobrança por teleconsulta. No plano Clínica, vale para cada profissional da conta.

Preciso instalar algum programa para atender por vídeo?

Não. A teleconsulta roda no navegador, de computador, tablet ou celular, sem instalar outro aplicativo.

O paciente também não precisa instalar nada?

Não. O paciente recebe um link e entra na chamada pelo navegador do próprio celular ou computador, sem baixar aplicativo nem criar conta antecipadamente.

Dá para atender a primeira consulta por telemedicina?

Depende da especialidade e da avaliação do profissional dentro das regras do seu conselho de classe. A Iatra oferece a ferramenta para teleconsulta, telediagnóstico e telemonitoramento; a decisão clínica sobre o formato do atendimento é sempre do profissional.

É seguro trocar informação clínica sensível por vídeo?

Sim. O vídeo é criptografado e roda dentro da plataforma, sem depender de aplicativos de mensagem ou videochamada genéricos, que não foram feitos para dados de saúde.

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